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Gravura em Metal – Edgard Cognat

Nome da Obra: Gravura em Metal
Autor: Edgard Cognat
Data: 1976
Formato: 20 cm x 17 cm
Detalhes: Gravura em metal original – assinada na chapa no canto superior esquerdo – tiragem à lápis – prova de estado – obra sem moldura.
Preço: Sob Consulta

SOBRE O AUTOR

Edgard Cognat, , nasceu em 13 de março de 1919 no Rio de Janeiro e faleceu na mesma cidade em 16 de agosto de 1994.  Aos 17 anos ingressou no Curso de Belas Artes do Professor Carlos Chambelland (seu único mestre), com quem estudou desenho, pintura e arte decorativa. Em gravura foi autodidata. Após pesquisar a fundo os métodos dos maiores mestres europeus no assunto, como Rembrandt, Rubens, Dürer e outros, começou a fazer as primeiras experiências em gravuras em vários processos: água-forte (em metal), xilografia e litografia, constando de seu acervo cerca de 150 chapas (matrizes).
Quatro anos após ter iniciado seus estudos de artes plásticas, expôs pela primeira vez no Salão Nacional de Belas Artes e no ano seguinte, expondo novamente, conquistou as primeiras premiações: Menção Honrosa em pintura e Medalha de Bronze em desenho.
Durante a Segunda Guerra Mundial teve de interromper as suas atividades artísticas, por ter sido convocado pelo Exército, pelo período de dois anos seguindo depois para a Itália integrando a FEB. Ao voltar da Itália, com o término da guerra, ele entrou para a Associação Nacional dos Veteranos da FEB, para a qual pintou um grande quadro homenageando os valorosos ex-combatentes.
Retomou o seu trabalho e obteve novas premiações no Salão Nacional de Belas Artes: Medalha de Bronze e Prata em pintura, assim como em outros estados e finalmente foi-lhe conferido o grande prêmio: Medalha de Ouro em pintura, com o quadro intitulado “Indústria do Vidro”, tela com 2,30m por 1,90m, representando a fabricação do vidro na primeira fábrica do gênero no Brasil.
Em 1956 conquistou a Medalha de Prata no 1o. Salão de Artes Gráficas, realizado no Brasil pela Casa da Moeda, e no ano seguinte, no 2 o. Salão, foi premiado com a Medalha de Ouro. Em Buenos Aires, no Salão Ramos Mejia, também foi laureado em gravura, com Medalha de Prata e Ouro. Suas gravuras figuram também em coleções particulares em diversas nações: Argentina, Guatemala, Portugal, Itália etc.
Outras premiações foram-lhe concedidas: “Prêmio Amoedo”, “Prêmio Bernadelli” com Medalha de Ouro e “Prêmio Zeferino Ferrez”. Recebeu convite do “Observatorio Cristiano”, de Assis (Itália), para enviar fotos de suas obras, afim de fazerem parte dos Arquivos de Arte Mundial da Galeria da referida Instituição.
Lecionou em seus cursos particulares na Zona Norte (onde morava),  na Zona Sul e no Liceu de Artes e Ofícios para o qual foi convidado a suceder ao Professor Carlos Oswald. Fez parte da Congregação da Sociedade Propagadora das Belas Artes, que o elegeu por unanimidade em face dos serviços prestados como professor do Liceu, sendo-lhe conferido o Diploma de Sócio Efetivo.
Essa associação em 1988, veio a outorgar-lhe a Medalha Marechal Mascarenhas de Moraes. Ainda em 1988, a União Brasileira de Escritores, agraciou-o com o diploma de PERSONALIDADE CULTURAL.

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